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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Empreendedorismo não tem área


O objetivo era criar um empreendimento fictício. O planejamento foi completo: definição de espaço físico e orçamentos; visão, objetivos e valores da empresa; previsão orçamentária; escolha dos perfis de diretoria e colaboradores. O trabalho tinha tudo para ser de Administração, entretanto foi desenvolvido pelas alunas de Enfermagem do Centro Universitário Franciscano Amanda Conrado e Luana Machado Seixas. O projeto “Planejamento empreendedor de uma empresa de enfermagem: relato de uma experiência” foi apresentado na noite de 2 de outubro no Eixo “Empreendedorismo” da XVIII edição do SEPE.


Desenvolvido na disciplina de Gestão e Organização em Saúde e Enfermagem, o projeto das acadêmicas Amanda e Luana simula a criação de uma clínica de reabilitação para dependentes químicos. Em sua explanação, Luana traçou um histórico do atendimento a esse público desde o início da assistência ao combate da dependência no Brasil, em 1976. Segundo ela, o vício tem quatro aspectos: cultural, psicológico, biológico e interpessoal. Para conseguir um tratamento efetivo, sua proposta é dar destaque à participação da família no processo.

Encerrando sua apresentação, a acadêmica salientou a importância da família
no processo de recuperação da dependência química com a imagem acima.
Aliado ao apoio familiar, a clínica desenvolveria um trabalho multidisciplinar, com profissionais das áreas de Medicina, Fisioterapia, Educação Física e Terapia Ocupacional. Entre as atividades, figurariam exercícios, atividades em grupo e o cultivo de hortas, as quais seriam a principal fonte de alimentos dos pacientes.

Com os objetivos de recuperar, reabilitar e reinserir os dependentes químicos na sociedade, a acadêmica Luana Seixas explicou que o papel da família é importante, mas deve ser feito com cuidado. Em sua clínica fictícia, seria desenvolvida uma estratégia em que os familiares deveriam receber instruções em forma de três aulas. Ao fim do “curso”, saberiam como se portar ante a situação e poderiam acompanhar de forma produtiva a recuperação do entre querido.

Em sua conclusão, a acadêmica de Enfermagem destacou a importância de acabar com a lógica assistencialista da saúde brasileira. Segundo ela, o tratamento dos pacientes não pode ser feito todo no formato dos postos de saúde, mas sim de acordo com as especificidades de cada problema.

Por Guilherme Benaduce

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A importância do leite materno

O leite materno é uma das fontes de alimento mais importante para o bebê. É através dele que a mãe passa involutariamente anticorpos para que a criança mantenha saúde até criar imunidade suficiente. Com base neste fenômeno, a enfermeira Andressa da Silveira, 23 anos, apresentou durante o SEPE, a temática "Reflexões sobre o incentivo ao aleitamento materno na equipe de enfermagem".
A amamentação exclusiva é recomendada desde o nascimento do bebê, até os 6 meses. E após este período, associada com outros alimentos até completar 2 anos de idade. Porém isso nem sempre acontece com a grande maioria das mães, devido à rotina de trabalho - a grande maioria possui ampla jornada na profissão, em casa, em família, não sobrando tempo para o cuidado especial com a amamentação. Entre alguns fatores levam a desistência estão o sangramento, a dor causada por ele, além do bico do seio não preparado.
A prática da amamentação é inerente às mulheres, como fato cultural e antropológico. A desistência segundo a pesquisa é dada em casa, por fatores econômicos e sociais.Estar tranquila em um ambiente ideal é indispensável para amamentação da criança.
Segundo a enfermeira " a mulher tem o direito de escolher a melhor forma de alimentar seu filho". É preciso que as mães sintam-se realmente motivadas e acreditem que a amamentação é a melhor opção para que seu bebê cresça de maneira saudável, de acordo com este pensamento, para a enfermeira: "é necessário que a equipe de enfermagem dê suporte básico para o início e a continução da amamentação às mães" .
O laço afetivo entre mãe-filho é dado através da alimentação, faz com que o bebê sinta-se amado e protegido, se tornando em um futuro uma criança tranquila e fácil de socializar-se com outras.

CURIOSIDADE:
Amamentar é um Ato Ecológico! Se cada mulher dos EUA desse mamadeira ao seu bebê, seria preciso quase 86,000 toneladas de alumínio para produzir 550 milhões de latas por ano. Se cada mulher da Inglaterra amamentasse, seriam economizados 3000 toneladas de papel para os rótulos dos leites infantis. Mas o leite não é o único problema. mamadeiras e bicos são feitos de plástico, vidro, borracha e silicone. A produção desses materiais é cara e constantemente não são reaproveitados. Todos esses produtos usam recursos naturais, causam poluição na sua produçao e distribuição, e também criam um lixo no seu empacotamento, promoção e exposição.
Nicole Tirloni