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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Crise entre jornalismo e ciência é pauta no Intercom 2010

O jornalismo científico está mais uma vez correlacionado à discussão. Parece que os temas de Ciência e de Jornalismo não conseguem andar de mãos dadas. O problema foi abordado no XXXIII Congresso do Intercom 2010 pela mestranda em Comunicação Midiática da Unesp, Kelly Tatiane Martins Quirino.
No artigo “A Crise da Ciência e do Jornalismo e as Perspectivas para o Jornalismo Científico”, a pesquisadora propõe uma discussão sobre o problema da comunicação entre jornalista e cientista, além de possíveis respostas para um bom relacionamento de ambos. A autora ainda especifica como essa relação implica no entendimento do público, uma vez que desde sempre os jornalistas especializados em ciência têm a missão de traduzir para a população o que se passa nos bastidores científicos do mundo.
Uma das questões abordadas é o cenário científico de ontem, de hoje e de amanhã. Segundo ela, as informações e a sua divulgação são uma forma de poder através do campo científico e da economia. As grandes descobertas científicas são, em sua maioria, patrocinadas por grandes conglomerados. Sendo dessa forma, poder nas mãos de quem as tem.
Em sua dissertação, Kelly deixa claro que a modernidade ocorre simultaneamente, tanto no jornalismo como na ciência. Ela discorre sobre o contexto cultural em que surgiram as primeiras grandes conquistas nas duas áreas, além das projeções futuras para o jornalismo científico. Nessa área, ela cita que jornalistas e cientistas devem ser parceiros em seus trabalhos. Sendo assim, não haverá disputa e sim união entre eles.

Larissa Sarturi

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Orientação da OMS na web

Em 2005 a Organização Mundial de Saúde preparou uma série de medidas para informar sobre a Gripe Aviária em seu website: Neste ano, com a pandemia da nova gripe, Influenza A também conhecida por H1N1, a OMS preparou um esquema ainda maior no que diz respeito à informação.
Há quatro anos, o site promovia atualizações constantes e recentes sobre o número de casos da doença e medidas sugeridas para amenizar o risco de transmissão. Entre estas medidas estão orientações a cerca de cuidados básicos de controle e recomendações a pessoas que precisam viajar para o exterior. Naquela época o site também disponibilizou uma espécie de newsletter. Jornalistas podiam se cadastrar pelo site e receber mensagens automáticas por email. Assim, atualizariam as notícias a todo momento.
Com o avanço da gripe H1N1 e a confirmação de vários casos no mundo, a OMS disponibiliza em seu site a mesma ou maior cobertura sobre o tratamento, sintomas, informações sobre a possível vacina, o controle, formas de prevenção, centros regionais de informações, centros estratégicos, documentação técnica, riscos biológicos.
Devido ao rápido avanço da nova gripe, a OMS também lançou um documento que visa a recomendação para diminuir o impacto da pandemia na sociedade, além notícias constantemente atualizadas.
O site atual também apresenta um mapa interativo sobre os casos confirmados no mundo. Enfim, todo um aparato que tente sanar as dúvidas do público em geral.

Bárbara Weise e Maitê Vallejos