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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Governo brasileiro investirá em vacinação anti-HIV

O Ministério da Saúde investirá R$ 25 milhões em pesquisas para desenvolver dois tipos de vacina contra o vírus HIV nos proximos quatro anos. A informação é do ministro José Gomes Temporão na abertura do 1º Seminário Internacional de Vacina Anti-HIV. Segundo ele, em 2006, o Ministério da Saúde investiu R$ 5 milhões em pesquisas sobre vacinas para HIV. Também outros órgãos governamentais ligados ao Ministério da Ciência e Tecnologia – como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) devem fazer contribuições financeiras para o projeto.

As pesquisas que já estão sendo desenvolvidas têm o objetivo de desenvolver uma vacina terapêutica e outra preventiva. Estes estudos realizam-se nas universidades públicas estaduais como a de Campinas (Unicamp) e a de São Paulo (USP). A vacina terapêutica visa a cura mas se isso não acontecer pelo menos ela poderá proporcionar ao paciente para que ele passe longos períodos sem a necessidade de tratamento anti-retroviral. Com isso os pacientes sentirão menos efeitos colaterais dos medicamentos.
Segundo a assessora técnica do Ministério da Saúde, Cristina Possas, a vacina terapêutica é desenvolvida em várias fases, inclusive uma que passa pelo teste nas células do paciente. Já a vacina preventiva é desenvolvida em 3 fases (pré-clínica, clínica, e teste em voluntários). Nela, o Brasil está atualmente na fase 2. Em todo o mundo estima-se que $ 1 bilhão venha sendo investido em pesquisas de vacinas contra o HIV de acordo com pesquisas do Ministério da Saúde.

Fonte:

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Informação científica uma possibilidade de mudança

Ciencia y periodismo científico en Iberoamérica (l) trata do jornalismo científico como a "estrela informativa do século". O texto traz um panorama da divulgação científica nos países latinos e a importância da ciência no século em que vivemos.
O autor Manuel Calvo Hernando dirige-se ao jornalismo científico como uma das formas de participação ativa na transformação da nossa sociedade. É através da divulgação da ciência, da ampliação dos conhecimentos que se pode modificar o meio em que vivemos.
Nas palavras do autor é o "conhecimento a serviço do indivíduo e da sociedade(...) o jornalismo cientifico tem a obrigação social de fazer o possivel e o impossivel para que a tecnologia sirva de enriquecimento cultural em beneficio das sociedades".