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quinta-feira, 7 de março de 2013

Professor da UNICAMP teve que despublicar artigos após fraude


No ano de 2011 um respeitado professor titular de Química da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) foi o principal acusado de fraudar onze artigos científicos na Instituição.
Claudio Airoldi, de 68 anos, um dos mais experientes professores da universidade, onde iniciou suas atividades acadêmicas no ano de 1968, “despublicou” os artigos após a comprovação da fraude.
O professor falsificou imagens de ressonância magnética que servem para estudar características de novas moléculas. Os trabalhos foram publicados em 2008 e 2010 em colaboração com Denis Guerra, que atualmente é professor da Universidade Federal de Mato Grosso.
A matéria foi publicada pelo site Folha Online, no dia 31/03/2011, pelo jornalista Ricardo Mioto.

Déverson Martelli Figueredo

Pesquisa científica da Holanda teve caso de fraude

A fraude do psicólogo holândes Diederik Stapel, da Universidade de Tilburg, integrou o quadro das pesquisas sob investigação.
O psicólogo holandês forjou uma pesquisa a respeito dos estereótipos das pessoas que sofreriam com o impacto em ambientes de bagunça. A pesquisa foi publicada na Revista Science e, de acordo com o então, coordenador das investigações a respeito do caso há pelo menos 30 suspeitas de trabalhos forjados. 
A matéria completa pode ser lida aqui.

Por Bruna Barcelos

Crescimento do plágio na ciência preocupa pesquisadores


O Brasil não possui regras claras para quem pratica o plágio - apropriação indevida da obra intelectual de outra pessoa e uma conduta considerada antiética. No entanto, pesquisadores brasileiros estão preocupados com a incidência destes casos na área da  produção científica.
 Segundo a pesquisadora Sônia Vasconcellos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, levantamentos mostram que desde 1970, a ocorrência de plágio cresceu muito.  A facilidade no acesso das informações de pesquisas, principalmente na internet, facilita quem costuma praticar esta fraude.
Confira a reportagem completa na Revista Exame, que divulgou a notícia, após a pesquisadora participar de um Seminário sobre este tema. 

Por Fabrício Vargas

terça-feira, 5 de março de 2013

Disponível na internet o primeiro dicionário de políticas públicas do Brasil


Está disponível on line o primeiro dicionário de Políticas Públicas do Brasil.O dicionário reúne conceitos teóricos e exemplos práticos do campo  e pode ser acessado por estudante, pesquisadores, ou qualquer pessoa interessada na "gestão pública contemporânea e suas relações internas e externas".
De acordo com nota publicada no site da UEMG, diferentes autores trazem no documento "reflexões significativas  nas diversas áreas em que atuam, sejam elas sociais, políticas e econômicas". 
A obra foi organizada pelos professores Carmem Lúcia Freitas de Castro, Cynthia Rúbia Braga Gontijo e Antônio Eduardo de Noronha Amabile da Faculdade de Políticas Públicas Tancredo Neves, da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Ele pode ser acessado aqui.

domingo, 3 de março de 2013

O estranho sumiço das abelhas


O nome científico é Desordem do Colapso das Colônias, traduzido do inglês. Um fenômeno que ganhou relevância nos Estados Unidos, particularmente na Califórnia, em 2006, quando milhões de colmeias desapareceram. O cálculo do sumiço em 27 estados era de 1,4 milhão de colmeias para um total de 2,5 milhões. As abelhas não morrem, elas somem. Não deixam rastro. É como no navio fantasma Maria Celeste, cuja tripulação sumiu em 1872, daí chegaram a apelidar o evento de “Maria Celeste”.
O problema aumentou quando o sumiço atingiu vários países da Europa, incluindo, Alemanha, França, Espanha, Portugal, Suíça, entre outros. Começaram a levantar as causas do problema. Das antenas de celulares, ao estresse de percorrer milhares de quilômetros transportando abelhas dentro de caminhões acompanhando as safras de várias culturas. Das 250 mil espécies de plantas com flores, 90% são polinizadas por animais, na maioria insetos, e na sua maioria abelhas – cálculo de 40 mil espécies no mundo, três mil no Brasil.

Por Najar Tubino. Leia a matéria completa aqui.