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quarta-feira, 16 de junho de 2010

A ‘realidade’ do Funk na mídia

Ligações Perigosas, a Criminalização do Funk na Mídia Hegemônica é o tema de estudo da acadêmica do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Franciscano (Unifra), Flávia Alli, que vai estar na IV Jornada Científica de Jornalismo, quando irá apresentar sua monografia de conclusão de curso.

O foco de estudo que ela propôs a investigar na monografia é a relação que a mídia faz do funk com o crime através das modalidades discursivas. As representações políticas e sociais contidas nas grandes mídias acerca de produtos da cultura popular tais como a música e os bailes funks também serão abordados no seu trabalho.

As mídias que ela irá analisar são a revista Veja, os jornais O Estado de São Paulo a Folha de São Paulo e o site do G1, a partir de uma notícia do jogador de futebol, Vagner Love, que participou de um baile funk no Morro da Chatuba.

“Vou analisar o discurso dessas mídias em relação ao funk. Pretendo, desta forma, fazer um estudo de como o funk é criminalizado na mídia e a opressão que causa nessas culturas ditas populares, além da questão social”, explica.


Segundo a acadêmica, que é orientada pela professora do curso de História Roselaine Casanova Corrêa, as grandes mídias do país associam o tráfico de drogas e o crime aos bailes funks e em conseqüência às comunidades carentes, na cidade do Rio de Janeiro, RJ.


Título: Ligações Perigosas, a Criminalização do Funk
Acadêmica: Flávia Alli (flavia.alli@hotmail.com )
Orientador: Roselaine Casanova Corrêa

Por Jucineide Ferreira

Ideias inovadoras do Curso de Design da Unifra

Acadêmicos e professores do curso de Design da Unifra estão realizando um projeto de pesquisa tem como objetivo avaliar possibilidades de inovações tecnológicas no desenvolvimento de produtos sustentáveis. O projeto está na fase de levantamento bibliográfico e em breve desenvolverá produtos sustentáveis.

Esses produtos tem como objetivo a conscientização de preservação do meio como celulares feitos com materiais reaproveitáveis, painéis solares, carros movidos a hidrogênio ou eletricidade através de baterias, materiais escolares feitos de madeira de reflorestamento, entre outros.

Acadêmicos que tiverem interesse em participar do projeto podem entrar em contato com o professor Leandro Pereira, coordenador do projeto, na sala 303 do prédio 14 no Conjunto III da Unifra ou pelo email leandro@unifra.br. “Quem tiver interesse em participar é só entrar em contato pelo comigo ou pelo email. Ainda estamos no início do projeto e toda ajuda de quem tenha interesse verdadeiro em participar é bem-vinda”, salienta o professor.

Por Rafael Góes

Jornalismo Ambiental, como fazer a diferença?

Você, leitor, identifica o tema Jornalismo Ambiental no seu jornal? Será que há espaço para ele nas mídias impressas que circulam pelo interior? Será que os profissionais estão capacitados a exercer o jornalismo ambiental tal e qual versam as teorias sobre o tema? Foram estas e outras perguntas que motivaram a acadêmica do sétimo semestre de Jornalismo do Centro Universitário Franciscano (Unifra), Ananda da Silva Delevati, a elaborar o Trabalho Final de Graduação (TFG): “Estratégias de cobertura do jornalismo ambiental em jornais do interior”.

O primeiro passo para desenvolver uma monografia é gostar do assunto. E interesse pelo tema não faltam para Ananda, o que se manifestou desde os primeiros semestres da faculdade. Na hora de escolher um tema para seu trabalho Ananda não hesitou, mas pensou em algo que, à época, parecia ser maior. Ela queria estudar o jornalismo ambiental em revistas de circulação nacional. Foi em uma reunião com seu orientador, Antonio Fausto Neto, que a opção pelo local tornou-se a escolha da estudante.

Estando perto dos seus objetos de estudo, ela pode interagir e se aproximar das rotinas de trabalho dos jornais estudados. Os periódicos escolhidos foram Gazeta do Sul (Santa Cruz do Sul, RS) e Diário de Santa Maria (Santa Maria, RS). E é bom que fique claro que este trabalho não será uma análise de conteúdo, mas sim um estudo das rotinas produtivas destes jornais. A sua inquietação é quais os desafios dos jornalistas quando vão apurar uma pauta de jornalismo ambiental?

Como nenhum dos jornais estudados têm um uma editoria específica sobre o tema, caberá à Ananda encontrar temas correlatos ao jornalismo ambiental nas matérias publicadas no período que deverá abranger o corpus de sua pesquisa. Além disso, ela irá entrevistar editores e repórteres para entender o processo de produção dos conteúdos publicados. Até agora ela percebeu que os modos de cobertura de temas ambientais são bem diferentes entre os dois veículos. Enquanto um dá bastante destaque, mas enfoca mais no factual, o outro contextualiza mais o tema, mesmo que não dê tanto destaque nas páginas.

Atualmente cursando a cadeira de TFG I, Ananda está terminando a revisão bibliográfica para finalizar o referencial teórico. Esta leitura é, também, importante para ver como outros pesquisadores tratam o tema e poder demonstrar a relevância e singularidade da sua pesquisa. E por falar em relevância, são muitas as contribuições que esta pesquisa pode trazer ao mercado editorial do interior. A intenção é mostrar uma alternativa ao jornalismo ambiental no interior, ou seja, “o que pode ser feito de diferente”, finaliza Ananda.

Mais sobre a pesquisa de Ananda Delevati poderá ser conhecido na IV Jornada Científica do Jornalismo, dia 18 de junho, às 18h30, na mesa sobre Jornalismo Impresso.

Título: Estratégias de cobertura do jornalismo ambiental em jornais do interior
Acadêmica: Ananda Delevati (anandadelevati@hotmail.com)
Orientador: Antonio Fausto Neto


Por: Igor Müller

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pesquisadores de Comunicação reúnem-se no RJ

Acontece de 8 a 11 de junho de 2010 o 19º Encontro da Compós – Associação dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, na PUC, Rio de Janeiro. Duas professoras do Centro Universitário Franciscano vão apresentar seus papers resultantes de pesquisas realizadas em 2009. No dia 9, a professora Liliane Dutra Brignol em co-autoria com Denise Cogo da Unisinos expõe a pesquisa “REDES SOCIAIS E OS ESTUDOS DE RECEPÇÃO NA INTERNET” e no dia 10, a professora Viviane Borelli apresenta o trabalho ‘COMUNIDADE DE RECEPÇÃO E OS SENTIDOS DO RELIGIOSO E DO MIDIÁTICO”.

Da redação

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O vôo da ISS em frente ao Sol

O fotógrafo francês Thierry Legault, 48, captou o momento em que a Estação Espacial internacional (ISS, na sigla em inglês) e o ônibus espacial Atlantis passavam em frente ao Sol enquanto cruzavam a Europa. A pequena mancha escura no canto superior direito da imagem mostra o Atlantis e a ISS cerca de 50 minutos antes da acoplagem, no último dia 16. A estação e a espaçonave viajavam a mais de 26 mil km/h.
Para registrar a passagem, o fotógrafo utilizou um prisma que "absorveu" a maior parte da luz do Sol, além de combinar na câmera uma pequena passagem para a luz com uma exposição muito rápida para a imagem.


Fonte: Daily Mail
Da redação